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Terapia Popular
Clínica Psicanalítica: Terapia Popular
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O sujeito Lacaniano - O desejo e a falta.
O sujeito, em Lacan, se forma e se constitui em um processo socializante. E essa constituição não acontece a partir de uma essência interna, mas a partir de uma falta estrutural e do encontro com o desejo do Outro . Desde o início, o ser humano é atravessado por uma experiência de desamparo em seu núcleo familiar. A função materna e paterna (note que não é necessariamente uma pessoa específica, mas sim uma função simbolizadora). Algo tira o bebê humano de sua função materna.
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19 de mar.2 min de leitura


O Sujeito lacaniano - Consituição do eu e o desejo do outro.
O sujeito , para a psicanálise lacaniana, não nasce pronto — ele é produzido. E, mais desconfortável ainda: ele é produzido pelo Outro . Desde muito cedo, o bebê se constitui a partir de uma exterioridade. No chamado “estádio do espelho”, ele se reconhece em uma imagem que não é exatamente ele, mas uma antecipação de unidade. O eu ( moi ) nasce, então, como uma identificação com algo externo — uma imagem, uma forma, uma ilusão de consistência. Mas isso é só o começo. Em seu l
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19 de mar.2 min de leitura


Enfermidades de defesa
Lendo um livro sobre clínica psicanalítica e achei interessante a colocação do autor J.-D. Nasio ( psicanalista e psiquiatra radicado na França), ao qual ele refere as neuroses de uma forma, ao meu ver mais "justa", ao nomeá-las como "enfermidades de defesa". Essa colocação me convida a entender as Neuroses como formas sofisticadas do sujeito se haver com a falta e com o real. Ou seja, a neurose é a estratégia que o sujeito usa para não ser "engolido" pelo caos do desejo e
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18 de mar.1 min de leitura


O futuro de uma ilusão (1927)
Vivemos buscando respostas para o sofrimento — e muitas vezes elas vêm prontas, organizadas, reconfortantes. Em O Futuro de uma Ilusão , Freud propõe algo desconfortável: e se essas respostas não forem verdades… mas ilusões? A religião, segundo ele, não nasce da prova ou da razão, mas do desejo humano mais profundo: o de proteção. Diante de um mundo imprevisível, criamos uma figura paterna ampliada — um Deus que organiza o caos, pune, protege e dá sentido ao que parece sem se
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17 de mar.1 min de leitura


Totem e Tabu (1913)- Psicanálise e Sociedade
A psicanálise não tenta apenas entender o indivíduo em suas nuances psicológicas e emocionais. Ela busca ir além da análise do comportamento e dos conflitos internos, explorando as raízes profundas que moldam a psique humana. Em Totem e Tabu , Freud faz algo ainda mais ousado: tenta explicar a origem da própria cultura, estabelecendo uma conexão intrínseca entre a psicologia individual e os fenômenos sociais e culturais que permeiam a vida em sociedade. Ao abordar temas como
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16 de mar.2 min de leitura


Neurose Histérica x Neurose Obsessiva
Na psicanálise, especialmente a partir de Freud e Lacan, a histeria e a neurose obsessiva não são compreendidas como “tipos de personalidade”, mas como posições subjetivas diante do desejo, da falta e do Outro. Ambas pertencem ao campo das neuroses , compartilhando o mecanismo do recalque, mas diferem radicalmente na forma como o sujeito responde ao conflito inconsciente. O que as duas têm em comum Tanto na neurose histérica quanto na obsessiva: há divisão do sujeito; o des
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2 de fev.3 min de leitura


A segunda tópica Freudiana
Em O Ego e o Id (1923), Freud reformula profundamente sua teoria do aparelho psíquico ao propor a segunda tópica, composta por Id, Ego e Superego, que atravessa a divisão anterior entre inconsciente, pré-consciente e consciente. O inconsciente deixa de ser apenas o lugar das representações recalcadas e passa a incluir também partes do ego e do superego, enquanto as pulsões encontram seu núcleo no Id, instância regida pelo princípio do prazer. O Ego se constitui a partir do si
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31 de jan.2 min de leitura


Teoria das Pulsões
3 sem Na segunda tópica freudiana, as pulsões — entendidas como forças fronteiriças entre o somático e o psíquico, dotadas de fonte corporal, pressão, meta (satisfação) e objeto — se organizam fundamentalmente em Eros (pulsões de vida, voltadas à ligação, conservação, sexualidade e formação de unidades cada vez mais complexas) e pulsão de morte (tendência à redução absoluta de tensão, à repetição e à desagregação), articulando-se de modo diferenciado com cada instância psíqui
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31 de jan.1 min de leitura


A Teoria dos Campos - Contribuição Brasileira aos estudos psicanalíticos.
Na psicanálise contemporânea, a teoria dos campos propõe que o fenômeno psíquico não pertence exclusivamente ao sujeito isolado, mas emerge de um campo relacional. Esse campo é constituído pela interação entre inconscientes, linguagem, afetos, transferências e contextos simbólicos. Ou seja, o sentido não está “dentro” do paciente nem “dentro” do analista, mas entre eles. Inspirada em autores como Wilfred Bion, Madeleine e Willy Baranger e posteriormente desenvolvida no Brasil
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31 de jan.1 min de leitura


O Desejo
Em Freud, o desejo (Wunsch) está ligado à experiência inaugural de satisfação e à lógica do inconsciente. O desejo nasce como tentativa de repetição alucinatória de uma satisfação primária perdida, inscrita como traço mnêmico. Em A Interpretação dos Sonhos (1900), Freud afirma que “o sonho é a realização (disfarçada) de um desejo reprimido”, indicando que o desejo opera fora da lógica consciente, deslocando-se e condensando-se em formações substitutivas. O desejo freudiano nã
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29 de jan.1 min de leitura


Entenda a Psicossexualidade
Para Freud, a sexualidade NÃO diz respeito apenas à reprodução ou ao ato sexual, e sim às vivências humanas que proporcionam prazer. Todas as experiências da experiência humana em suas dimensões pulsionais, proporcionando momentos prazerosos, tratam diretamente de sexualidade. Beber, mastigar, olhar, acariciar e até mesmo defecar são experiências sexuais. #Psicanálise #Freud #Psicologia #Inconsciente #SaúdeMental
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29 de jan.1 min de leitura


Sexo, Pulsão e Libido.
A pulsão (Trieb) é um conceito que designa uma força limite entre o somático e o psíquico. Diferente do instinto biológico, a pulsão não possui um objeto natural nem um fim previamente determinado; ela é definida por quatro elementos: fonte corporal, pressão, finalidade e objeto. Sua finalidade é sempre a satisfação, mas o caminho para alcançá-la é variável e simbólico. Assim, a pulsão não visa diretamente a reprodução ou a relação com o outro, mas a redução de uma tensão int
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29 de jan.2 min de leitura


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29 de jan.0 min de leitura


Psicopatologias
Para a psicanálise, as psicopatologias são muito mais do que a soma de sintomas isolados: elas expressam uma estrutura de relação do sujeito com a cultura, a lei, o desejo e o Outro. Em Freud e, sobretudo, em Lacan, essa estrutura não se define por comportamentos observáveis, mas pelo modo de inscrição da falta e da Lei no campo simbólico. Tal estrutura se constitui a partir do Complexo de Édipo, entendido não como uma etapa cronológica, mas como um operador lógico: é na form
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28 de jan.1 min de leitura
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